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Facebook Novas atualizações para reduzir Headlines Clickbait

Manchetes clickbait

As pessoas nos dizem que não gostam de histórias que são enganosas, sensacionalistas ou spam. Isso inclui as manchetes clickbait que são projetadas para chamar a atenção e atrair os visitantes para clicar em um link.

Em um esforço para apoiar uma comunidade informada, estamos sempre trabalhando para determinar quais histórias podem ter as manchetes clickbait para que possamos mostrá-las com menos frequência.

No ano passado, fizemos uma atualização para o News Feed para reduzir as histórias de fontes que, de forma consistente, publicam as manchetes clickbait que reter e exagerar informações.

Sobre as atualizações

Hoje, estamos fazendo três atualizações que se baseiam neste trabalho para que as pessoas vejam ainda menos histórias de cliques em seus feeds e mais histórias que acham autênticas.

Em primeiro lugar – Agora estamos levando em consideração o clique em relação ao nível de postagem individual, além do nível de domínio e página, para reduzir mais precisamente as manchetes do Clickbait.

Em segundo lugar – Para tornar isso mais efetivo, estamos dividindo nossos esforços em dois sinais separados – então vamos agora verificar se um título retém informações ou se exagera informações separadamente.

Em terceiro lugar – Estamos começando a testar este trabalho em idiomas adicionais.

Como estamos melhorando nossos esforços

Um dos nossos valores de alimentação de notícias é uma comunicação autêntica, por isso estamos trabalhando para entender o que as pessoas acham autêntico e o que as pessoas não fazem.

Aprendemos com a atualização do ano passado que podemos detectar melhor os diferentes tipos de manchetes de Clickbait separadamente – em vez de conjuntamente – identificando sinais que reter ou exagerar informações.

Os títulos que reterem informações intencionalmente deixam de lado detalhes cruciais ou induzem as pessoas em erro, forçando-as a clicar para descobrir a resposta.

Por exemplo, “Quando ela olhou sob as almofadas do sofá e viu isso …”

As manchetes que exageram os detalhes de uma história com linguagem sensacional tendem a tornar a história parecida a um negócio maior do que realmente é. Por exemplo, “WOW! O chá de gengibre é o segredo da juventude eterna. Você viu isso! ”

Nós abordamos isso de forma semelhante à forma como trabalhamos anteriormente para reduzir o clickbait:

Categorizamos centenas de milhares de manchetes como clickbait ou não clickbait, considerando se a manchete exagera os detalhes de uma história e, separadamente, se o título reter informações.

Uma equipe no Facebook analisou milhares de manchetes usando esses critérios, validando o trabalho de cada um para identificar grandes conjuntos de manchetes Clickbait.

A partir daí, identificamos quais frases são comumente usadas nas manchetes Clickbait que não são usadas em outras manchetes. Isso é semelhante a quantos filtros de spam de email funcionam.

Os posts com as manchetes Clickbait aparecerão mais baixos no feed de notícias. Continuaremos a aprender ao longo do tempo, e esperamos continuar expandindo este trabalho para reduzir o clickbait em mais idiomas.

Esse impacto será minha página?

Nós antecipamos que a maioria das páginas não verá mudanças significativas em sua distribuição no News Feed como resultado dessa atualização.

Os editores que dependem das manchetes do Clickbait devem esperar que sua distribuição diminua. As páginas devem evitar manchetes que reterem a informação necessária para entender o conteúdo do artigo e as manchetes que exageram o artigo para criar expectativas enganosas.

Se uma página deixa de publicar o clique e as manchetes sensacionais, suas postagens deixarão de ser afetadas por essa mudança.

Como sempre, as Páginas devem se referir às melhores práticas de publicação. Aprenderemos com essas mudanças e continuaremos a trabalhar na redução do clickbait para que o Feed de Notícias seja um lugar para comunicação autêntica.

 

Fonte: https://newsroom.fb.com/news/

Marketing de conteúdo os 5 erros mais comuns

Cada vez mais, sentimos o crescimento na oferta do Marketing de conteúdo, com diversos formatos, canais e pontos de vista. Porém, esse overload de informações também gera na audiência uma certa aversão a conteúdos rasos, desconexos, e que não foram pensados e produzidos de forma realmente relevante. Assim, a SEO1Click foi buscar com o público-alvo, ou seja, os usuários, a resposta:

Quais são os erros mais comuns no marketing de conteúdo cometidos pelas empresas.

 

Vamos a eles!

1) Ser muito orientado a vendas!

Focar demais nos seus produtos/serviços e tentar explicitamente promover sua marca em todos os seus conteúdos é o primeiro erro apontado. Em vez disso, crie conteúdos educacionais e informativos.

E não se esqueça de entreter sua audiência! Isso não significa postar vídeos de gatinhos e bebês (se não for adequado à sua estratégia de imagem de marca), mas sim ser criativo nos formatos, na linguagem e aproveitar assuntos que estão em voga.

2) Não escrever para um público específico – e principalmente, não saber quem é esse seu público!

Assuntos muito genéricos e não direcionados para os problemas e questões que o seu público tem também incomodam bastante os usuários.

Levante os desafios e motivações do seu público, identificando quem é a sua buyer persona e sua jornada de compra.

E sobre conhecer melhor o seu público, no final desse post selecionei duas ferramentas legais para te ajudar a traçar o perfil da sua audiência.

3) Focar demais em escrever para o Google

SEO é importante? Siiiim! Porém, encher o seu texto com as palavras-chave e pensar em link building como a grande prioridade também são pontos que irritam os usuários.

Antes de qualquer coisa, escreva para as PESSOAS! Se elas gostarem do seu conteúdo, os mecanismos de busca vão entender que ele é relevante.

4) Postar com muita ou pouca frequência

Um conteúdo hoje, outro daqui a 3 meses, e depois outro com 15 dias. Ou ainda, post novo e e-mail todo dia! Tenho certeza de que você não gosta de receber tantos conteúdos por email e precisar limpar sua caixa todos os dias. Também não curte esperar por um conteúdo que você gosta sem saber quando o próximo virá.

Em vez disso, crie um calendário de conteúdo, siga e mantenha a regularidade. Desenvolva editorias, que são os tópicos principais que serão abordados na sua estratégia. Lembre-se de expandir o universo dos seus conteúdos: uma loja de roupas, por exemplo, pode falar de moda, criatividade, estilo, viagens, esportes… as possibilidades são infinitas!

5) Formatação monótona

Deixe os “textões” para reclamar de política no Facebook. Blocos de texto muito grandes, sem quebras, subtítulos, imagens e vídeos são chatos, simples assim.

Torne o conteúdo fácil de se “escanear”, ou seja, permitir ao usuário encontrar facilmente aquilo que mais o interessa. Deixe-o respirar um pouco. Encontre um equilíbrio entre a quantidade de texto e o visual.

Indico, inclusive, a leitura desse post em que falo das 7 lições da Apple para conteúdo web. Nele, já o primeiro ponto é “escrever para escaneadores”. Além disso, o post traz sugestões muito bacanas sobre como escrever de forma épica e persuasiva.

6) Erro bônus – os Caça-Cliques

Hoje tive uma conversa com o pessoal da Outbrain, plataforma de recomendação de conteúdo em grandes portais. E um dos pontos que mais me chamaram a atenção na conversa foi sobre o novo direcionamento da empresa, que irá barrar conteúdos que, com um título caça-clique DEMAIS, chegam a parecer fake news.

Por exemplo: sabe aquele conteúdo que você vê abaixo de uma notícia de um portal que diz “Faça como a Elisa de [sua cidade] e perca 10kg em uma semana”? Então, isso será cortado pela plataforma a partir de agora, porque é algo que incomoda tanto os usuários a ponto de estar queimando o formato como um todo.

Além disso, o Facebook nos últimos anos vem travando uma verdadeira guerra contra as fake news e o clickbait, ou os caça-cliques. Inclusive, recentemente, anunciou mais uma mudança no algoritmo para coibir a prática de títulos sensacionalistas, spammers ou que possam induzir o usuário a erro.

7 lições da Apple sobre Conteúdo Web

As 7 lições de hoje sobre Conteúdo Web que irão te ajudar a persuadir os clientes para comprar. Essas lições funcionam mesmo se você pensa que seus produtos são tediosos. Produtos tediosos não existem.

 

Aqui vão as 7 lições da Apple sobre como criar um bom Conteúdo Web.

 

Lição 1: Escreva para “escaneadores”

Você sabe como os usuários da web leem?

Eles normalmente não o fazem. O texto é “escaneado”, não lido.

De acordo com uma pesquisa da Jakob Nielsen, apenas 16% dos usuários testados leem um texto palavra por palavra; 79% escaneiam uma página por meio de frases destacadas e palavras-chave.

E como se escreve para os escaneadores? Os redatores da Apple seguem essas 3 regras:

Regra 1: Use os títulos em fontes gigantes para destacar uma grande ideia:

Ex.: MacBook Pro with Retina display. The world’s highest resolution notebook.

Regra 2: Seduza os escaneadores com subtítulos a cada dois ou três parágrafos, ou ainda antes de cada parágrafo. Deixe-os curiosos.

Ex.: Why you’ll love an iPad.

Regra 3: Siga o princípio da pirâmide invertida.

Comece um parágrafo com o ponto mais importante, seguido por pontos menos importantes. Assim, quando os escaneadores leem apenas a primeira frase de cada parágrafo, eles ainda serão impactados pelas principais mensagens. Isto também vale para a ordem dos parágrafos – coloque o mais importante primeiro.

 

Lição 2 – Escreva para leitores, também

Os subtítulos sedutores da Apple instiga os escaneadores a parar de passar os olhos pela página e começar a ler.

E o texto é pensado de forma a tornar a leitura a mais fácil possível:

  • Parágrafos curtos. Sinta-se livre para usar parágrafos de uma única frase, de vez em quando.
  • Frases curtas. Quer começar uma frase com “Mas”, “E”, ou “Porque”? Sem problema! Isto ajuda a manter as frases curtas.
  • Palavras simples. Use palavras curtas e fáceis de entender. Os redatores da Apple usam palavras difíceis apenas quando querem impressionar os leitores com informações técnicas sobre o produto.

É como o lendário redator Joe Sugarman sugere:

Prover uma explicação técnica que um leitor pode não entender mostra que nós realmente fizemos nossa pesquisa, e se estamos dizendo que é bom, deve ser bom. Isto torna o comprador confiante de que ele está lidando com um expert.

Resumindo: Use parágrafos curtos, frases curtas e palavras simples (a não ser que você esteja dando uma explicação técnica).

 

Lição 3 – Use o design para criar interesse

Escrever para a web não se trata apenas de palavras.

Como yin e yang, web design e conteúdo interagem e fortalecem um ao outro. Ambos impactam na legibilidade. Ambos impactam na percepção de quem você é. Ambos podem fazer os seus produtos mais desejáveis.

Os web designers da Apple usam algumas técnicas para criar interesse e encorajar os visitantes a continuarem a ler:

  • Use o espaço em branco para fazer o conteúdo se destacar. Isso ajuda o leitor a não se sentir sufocado e o encoraja a ler o próximo fragmento de informação.
  • Alterne imagens e texto – da direita para a esquerda e vice-versa – para criar interesse.
  • Destaque Calls-to-Action com cores diferentes.
  • Use fontes maiores para direcionar atenção a detalhes específicos do produto. O time da Apple gosta de destacar números para gerar credibilidade.

 

Lição 4 – Entendendo as regras do texto que leva a altas taxas de conversão

Você precisa seduzir escaneadores a se tornarem leitores. E você precisa convencer os leitores a agirem.

Talvez você queira que seus visitantes cliquem em uma página de produto, assinem sua newsletter ou comprem um produto. Como você pode encorajá-los a dar o próximo passo?

Abaixo, os truques de persuasão usados pelos redatores da Apple:

Truque 1:

Use palavras hipnotizantes, como você, porque, e imagine. Essas palavras convencem porque elas escapam da mente crítica do leitor:

Ex.: Email is fun? On iPad it is. Because you can flick through your inbox. Tap to open attachments. Pinch to zoom. And turn iPad from portrait to landscape to change your view.

Imagine sidesplitting, adventure-filled, must-see flicks produced by you and shot on iPhone 5.

 

Truque 2: Supere objeções.

Se você quer que seus leitores comprem seus produtos, você precisa superar qualquer razão que eles tenham para NÃO comprar.

Ex.: A Apple percebeu que os consumidores sempre estão preocupados com a duração da carga das baterias:

iPad features a 3.1-million-pixel Retina display and an advanced A6X chip. How much of an effect does that have on battery life? Almost none. You still get up to 10 hours of power to read, watch, play, write, and create whatever you want, all you want.

 

Truque 3: Apresente provas.

Quando possível, deixe outros te vangloriarem. Mesmo a toda-poderosa Apple mostra os prêmios que recebeu para aumentar sua credibilidade.

 

Truque 4:

Respeite o estágio do processo de compra em que o seu visitante se encontra. Ele pode não estar pronto para comprar. Para compradores, a Apple sugere que eles vão a uma loja ou acessem a webstore. Mas para aqueles que não estão prontos para comprar, a Apple sugere que eles comparem modelos ou telefonem para tirar suas dúvidas.

 

Lição 5 – Trate cada página como uma Landing Page

Sua home page oferece o que seus visitantes precisam? Eles conseguem encontrar facilmente o que estão procurando?

Agora, leve em consideração que seus visitantes podem cair em qualquer uma de suas páginas, não apenas na sua home page, e que isso é especialmente verdadeiro se o seu site é bem-estruturado e otimizado para SEO.

É pos isso que cada página requer um título que desperta interesse e rapidamente diz ao leitor o que você tem a oferecer, sua proposta de valor e um call-to-action.

 

Lição 6 – Hipnotize seus leitores com belos textos

Os redatores da Apple entendem a beleza da escrita. Eles enxergam a escrita como arte. Usam técnicas poéticas como ritmo, rimas e repetições para fazer seus textos soarem bonitos, roubarem a atenção e serem memoráveis.

Rimas são uma técnica poderosa. O suave som das palavras que rimam fazem com que seja mais fácil lembrar.

Ex.: iPad isn’t just capable, it’s portable, too.

The world’s largest – and smartest – collection of apps.

Aliteração é a repetição de sons no começo das palavras.

Ex.: A display that’s not just smaller. It’s smarter. (iPad Mini)

Repetição é o re-uso deliberado de uma palavra em uma frase para enfatizá-la.

Ex.: And because it’s so easy to use, it’s easy to love. (iPad Mini)

Ritmo é a repetição de padrões de sílabas tônicas. Uma sequência de frases com ritmo similar podem enfatizar suas afirmações.

Ex.: iPad can be whatever you want it to be. It’s your web browser. It’s your inbox. It’s your favorite novel.

Os textos da Apple incluem, frequentemente, uma curta série de frases estilo “staccato”.

Ex.: Expanded view. See it. Play it. Explore it. (iTunes)

Analogias e metáforas podem ajudar a tornar conceitos abstratos mais claros e concretos.

Ex.: iPhone 5 is made with a level of precision you’d expect from a finely crafted watch, not a smartphone.

Contraste chama a atenção e faz suas afirmações se destacarem.

Ex.: Over 3 million pixels. Less than half an inch thin. (iPad)

 

Lição 7 – Não diga, mostre!

O site da Apple foi criado para inspirar desejo por seus produtos.

Grandes imagens quase fazem você esquecer de que está olhando apenas figuras, e não o produto real. Os produtos são os heróis em cada página.

Acha que seus produtos são tediosos? Abaixo, saiba o que uma lenda da publicidade, David Ogilvy, tem a dizer sobre produtos tediosos:

“Sempre que puder, faça o produto ser o herói da sua propaganda. Se você acha que seu produto é tedioso, eu tenho uma notícia pra você: não existem produtos tediosos, apenas redatores tediosos”.

No site da Apple, mesmo a imagem de um produto “tedioso” como o cooler do Macbook Pro é linda.

cooler do Macbook Pro

O uso de imagens vai além de fotos do produto e vídeos. A Apple usa as imagens para reforçar os recursos. Você conhece um jeito mais poderoso de mostrar como um iPad é fino do que colocá-lo próximo a um lápis?

7 lições da Apple sobre Conteúdo Web 1

Dica rápida:

Lembre-se: a maioria das pessoas não lê, e sim escaneia, as páginas web. Corte o número de palavras drasticamente. Onde for possível, use imagens em vez de palavras.

 

A verdade sobre criar conteúdo persuasivo

Eu adoraria dizer que criar conteúdo persuasivo é fácil. Eu adoraria dizer que tudo o que você precisa fazer é seguir algumas fórmulas.

Mas criar conteúdo persuasivo não é apenas escolher as palavras certas, uma fonte com boa legibilidade e ter boas fotos do produto. Você precisa fazer muito mais do que isso.

Combine belas palavras e poderosas imagens para deslumbrar sua audiência. Crie desejo apelando tanto para a emoção quanto para a lógica. Crie uma experiência encantadora para seus visitantes. Porque é assim que você irá conquistar mais negócios.

Fonte: 7 lessons Apple can teach us about persuasive web content

 

https://weblocation.com.br/blog/marketing-de-conteudo-os-5-erros-mais-comuns/

https://weblocation.com.br/blog/a-estrutura-de-uma-pagina-bem-ranqueada-seo-on-page/

 

Ferramentas para otimizar o HTML e CSS do e-mail

Como otimizar o HTML e CSS do e-mail

Litmus Scope – Ferramentas para otimizar o HTML e CSS

O Litmus Scope permite avaliar por dentro dos e-mails que te inspiram. O Scope it faz uma espécie de varredura dentro dos conteúdos dos e-mails, trazendo o código HTML e as características de estrutura responsiva para mobile do e-mail.

É uma ótima para quem tem uma certa experiência e queira expandir seus horizontes quanto às estruturas e formas de se mostrar um e-mail.

Para realizar a varredura, basta adicionar a barra de aplicativos/ferramentas arrastando o player “Scope it” (player laranja encontrado na página principal do Litmus Scope) para lá.

Assim, sempre que você entrar no seu e-mail Gmail e quiser verificar o código de um determinado e-mail, vá até a barra de ferramentas e aperte “Scope it”.

Caso você enfrente problemas para instalar o player, abra uma nova janela com o e-mail que você deseja escanear e carregue o arquivo de Scope it em cima da janela.

 

Desktop, Mobile, and Plain Text Views

Desktop, Mobile, and Plain Text ViewsExibição da área de trabalho ao lado de uma tela de tela real (perfeita para exibir as técnicas de design sensíveis que você trabalhou).

Atitudes simples que agregam valor a qualquer negócio

Todas as empresas devem monitorar o valor do seus negócios ao longo do tempo;

agregam valor a qualquer negócio

Para muitos, o conceito de valor agregado a negócio é muito complexo, coisa de empresa grande. Essa percepção é criada principalmente pelas dificuldades para determinar o valor de qualquer negócio. A atividade envolve modelagem financeira, determinação de cenários futuros e muita intuição, além de outros fatores.

Mas eu insisto que, para qualquer empresa, independentemente do seu tamanho, é extremamente construtivo passar pelo processo de determinação do seu valor e monitorar sua evolução ao longo do tempo.

No passado, a maximização do valor para os acionistas era o principal objetivo a ser alcançado pela equipe de gestão de uma empresa. Atualmente, esse conceito está evoluindo para a maximização de valor para todas as partes relacionadas – são os stakeholders, que incluem, além dos acionistas, funcionários, fornecedores, clientes, governo etc.

Quando pensamos em atividades que agregam valor, tendemos a focar em planos de investimentos, corte de custos, entrada em novos mercados e compra de empresas, além de outros projetos estratégicos e em geral bastante complexos e com maturação de longo prazo.

Entretanto, principalmente para pequenas e médias empresas, acredito que algumas atitudes no dia a dia possam fortalecer suas marcas e agregar valor ao seu negócio.

Listo aqui seis delas, que agregam valor ao seu negócios:

1. Retorne ligações e e-mails. Uma singela resposta pode aproximar você de um cliente difícil ou aumentar a probabilidade de negócios serem fechados.

Organize-se para não deixar passar em branco as mensagens de pessoas que o procuram. A falta de resposta pode representar a perda de um bom negócio.

2. Dê e peça feedback. Faça avaliações dos seus fornecedores e colaboradores. Peça feedback a seus clientes visando usá-lo para agregar valor a seu negócio.

3. Não se atrase para reuniões. Em São Paulo, é comum responsabilizar o trânsito pelo não cumprimento de horários. Se você já sabe que o trânsito é difícil, saia mais cedo. Chegar atrasado é negativo para a imagem da sua empresa.

4. Cumpra os prazos estabelecidos. Prestadores de serviço subestimam o impacto negativo de não entregar dentro do tempo previsto. Além de deteriorar significativamente a relação com o cliente, a tendência é que ele faça um marketing boca a boca negativo.

5. Surpreenda positivamente seu cliente. A busca por excelência é aspecto constante em negócios bem-sucedidos e que agregam valor consistentemente. Não se contente em entregar apenas o combinado.

6. Se algo der errado, não se esconda. Em geral, os clientes valorizam aqueles que assumem seus erros e fazem tudo para corrigi-los. Por outro lado, quem faz papel de vítima e responsabiliza terceiros por seus deslizes é permanentemente penalizado.

A busca pela diferenciação é outra atitude a ser assumida por empreendedores que buscam agregar valor de forma sustentável aos seus negócios.

É muito comum vermos empreendedores tomando decisões com base nas práticas mais comuns de seu mercado. Entretanto, a diferenciação e o posicionamento em nichos em geral são as melhores estratégias a serem implementadas por pequenas e médias empresas.