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Congresso dos EUA ameaça regular Facebook

Zuckerberg admite que coleta dados de quem não tem conta no Facebook

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O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, encontrou um campo minado na Comissão de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes dos EUA (equivalente à Câmara dos Deputados brasileira) nesta quarta-feira. Um ambiente bem diferente do Senado, onde estivera um dia antes.

Diante da descrença de se manter privacidade dos usuários, a princípio parlamentares defenderam a legislações para regular a rede social.

Alguns congressistas informaram que apresentarão propostas e convidaram o fundador do Facebook para contribuir com o debate. Ele reiterou que não é contra a regulação – especialmente a autorregulação – mas que é preciso discutir o conteúdo.

Os parlamentares quiseram saber se estaria disposto a mudar seu modelo de negócio, calcado na monetização de dados para vender anúncios. Zuckerberg deu mais uma de suas evasivas respostas: “Eu não tenho certeza do que isso significa.”

O mercado financeiro também não parece ter certeza. Em um dia em que a bolsa Nasdaq caiu 0,36%, as ações do Face tiveram alta de 0,78%, mas após o pregão ficaram praticamente estáveis.

 

Companhia admitiu que Facebook coleta informações

O presidente da companhia admitiu quo Facebook coleta informações não apenas de seus usuários, mas também de outras pessoas sem perfil na plataforma, os chamados “perfis sombra”. “Você disse que todo mundo controla dados, mas você está coletando informações de pessoas que não estão nem cadastradas. O Facebook tem perfis de pessoas que nunca assinaram a plataforma?”, indagou o deputado Ben Luján. “Temos dados de pessoas não cadastradas por razão de segurança”, minimizou Zuckerberg.

O presidente da empresa foi questionado se o Facebook estaria gravando conversas pelos microfones dos celulares. Ele negou a prática. Entretanto, admitiu que o recurso de reconhecimento facial inclui também pessoas presentes em fotografias que não estão cadastradas na plataforma.

O democrata Frank Pallone perguntou se Zuckerberg poderia adotar um compromisso claro de modificação nos padrões da rede para minimizar a coleta de dados pessoais.

O fundador do Facebook se esquivou: “Deputado, esta é uma questão complexa que eu acredito que merece mais do que uma única palavra de resposta.”

Pallone replicou:Enfim isto me desaponta.

 

Fonte: https://monitordigital.com.br/congresso-dos-eua-amea-a-regular-facebook

Facebook Ads com menos segmentações: dados de terceiros, como Serasa, não poderão mais ser usados

Em um breve comunicado no seu blog de notícias, o Facebook anunciou que vai cortar a Partner Categories das possibilidades de anúncios.

A medida é mais uma resposta da rede social às duras críticas que vem recebendo após as denúncias envolvendo a empresa Cambridge Analytica e a suposta manipulação de eleitores nos Estados Unidos e Reino Unido. Leia o que diz o texto:

Queremos que os anunciantes saibam que vamos encerrar a Partner Categories. Esse produto permite que provedores de dados de terceiros ofereçam suas segmentações diretamente no Facebook.

Apesar de ser uma prática comum no mercado, acreditamos que essa medida, que será colocada em prática nos próximos seis meses, vai aumentar a privacidade das pessoas no Facebook.

Na prática, isso quer dizer que anunciantes não poderão mais utilizar dados coletados por empresas especializadas para direcionar seus Facebook Ads.

No Brasil, o provedor mais conhecido é a Serasa Experian, que fornece informações de hábitos de compra de consumidores na internet.

Crise de imagem do Facebook

O Facebook vem enfrentando uma grande crise de imagem nos últimos meses, sendo acusado de interferir indiretamente no rumo de eleições pelo mundo.

O caso da Cambridge Analytica acabou jogando luz sobre seu modelo de negócio, que se apoia justamente na venda de anúncios altamente direcionados para que empresas possam conversar com seus clientes e consumidores em potencial.

Dessa forma, algumas medidas estão sendo tomadas para mitigar essas acusações e melhorar a imagem do Facebook perante a opinião pública mundial.

Também nesta semana, a rede social passou a deixar mais acessíveis as opções de controle de privacidade para seus usuários.

Os usuários agora também podem acessar – e até excluir – com mais facilidade as informações pessoais que disponibilizaram.

Ainda posso anunciar no Facebook?

Mesmo com as mudanças, o Facebook continua oferecendo excelentes possibilidades para os negócios que querem alcançar, conversar e desenvolver relacionamentos duradouros com os usuários.

Os anúncios permitem oferecer produtos e serviços que as pessoas estão procurando ou, até mesmo, nem sabiam que existiam.

O uso de provedores de dados de terceiros, pelo Partner Categories, era muito útil para pequenas empresas que ainda não haviam conseguido informações suficientes para fazer anúncios mais eficientes.

Podemos concluir que a rede social avaliou que, no momento, é mais importante melhorar a impressão que seus usuários têm dela.

Respeitando as boas práticas, no entanto, não há motivos para que você deixe de usar o Facebook Ads.

Dê uma olhada no eBook Facebook Ads: o Guia Completo, que mostra como obter os melhores resultados com o uso da ferramenta.

Extraído de: http://resultadosdigitais.com.br/

Facebook Novas atualizações para reduzir Headlines Clickbait

Manchetes clickbait

As pessoas nos dizem que não gostam de histórias que são enganosas, sensacionalistas ou spam. Isso inclui as manchetes clickbait que são projetadas para chamar a atenção e atrair os visitantes para clicar em um link.

Em um esforço para apoiar uma comunidade informada, estamos sempre trabalhando para determinar quais histórias podem ter as manchetes clickbait para que possamos mostrá-las com menos frequência.

No ano passado, fizemos uma atualização para o News Feed para reduzir as histórias de fontes que, de forma consistente, publicam as manchetes clickbait que reter e exagerar informações.

Sobre as atualizações

Hoje, estamos fazendo três atualizações que se baseiam neste trabalho para que as pessoas vejam ainda menos histórias de cliques em seus feeds e mais histórias que acham autênticas.

Em primeiro lugar – Agora estamos levando em consideração o clique em relação ao nível de postagem individual, além do nível de domínio e página, para reduzir mais precisamente as manchetes do Clickbait.

Em segundo lugar – Para tornar isso mais efetivo, estamos dividindo nossos esforços em dois sinais separados – então vamos agora verificar se um título retém informações ou se exagera informações separadamente.

Em terceiro lugar – Estamos começando a testar este trabalho em idiomas adicionais.

Como estamos melhorando nossos esforços

Um dos nossos valores de alimentação de notícias é uma comunicação autêntica, por isso estamos trabalhando para entender o que as pessoas acham autêntico e o que as pessoas não fazem.

Aprendemos com a atualização do ano passado que podemos detectar melhor os diferentes tipos de manchetes de Clickbait separadamente – em vez de conjuntamente – identificando sinais que reter ou exagerar informações.

Os títulos que reterem informações intencionalmente deixam de lado detalhes cruciais ou induzem as pessoas em erro, forçando-as a clicar para descobrir a resposta.

Por exemplo, “Quando ela olhou sob as almofadas do sofá e viu isso …”

As manchetes que exageram os detalhes de uma história com linguagem sensacional tendem a tornar a história parecida a um negócio maior do que realmente é. Por exemplo, “WOW! O chá de gengibre é o segredo da juventude eterna. Você viu isso! ”

Nós abordamos isso de forma semelhante à forma como trabalhamos anteriormente para reduzir o clickbait:

Categorizamos centenas de milhares de manchetes como clickbait ou não clickbait, considerando se a manchete exagera os detalhes de uma história e, separadamente, se o título reter informações.

Uma equipe no Facebook analisou milhares de manchetes usando esses critérios, validando o trabalho de cada um para identificar grandes conjuntos de manchetes Clickbait.

A partir daí, identificamos quais frases são comumente usadas nas manchetes Clickbait que não são usadas em outras manchetes. Isso é semelhante a quantos filtros de spam de email funcionam.

Os posts com as manchetes Clickbait aparecerão mais baixos no feed de notícias. Continuaremos a aprender ao longo do tempo, e esperamos continuar expandindo este trabalho para reduzir o clickbait em mais idiomas.

Esse impacto será minha página?

Nós antecipamos que a maioria das páginas não verá mudanças significativas em sua distribuição no News Feed como resultado dessa atualização.

Os editores que dependem das manchetes do Clickbait devem esperar que sua distribuição diminua. As páginas devem evitar manchetes que reterem a informação necessária para entender o conteúdo do artigo e as manchetes que exageram o artigo para criar expectativas enganosas.

Se uma página deixa de publicar o clique e as manchetes sensacionais, suas postagens deixarão de ser afetadas por essa mudança.

Como sempre, as Páginas devem se referir às melhores práticas de publicação. Aprenderemos com essas mudanças e continuaremos a trabalhar na redução do clickbait para que o Feed de Notícias seja um lugar para comunicação autêntica.

 

Fonte: https://newsroom.fb.com/news/