Categoria Blog

Google Plus contará com diversas melhorias

Recentemente, aconteceu o Google I/O 2018 e como foco tiveram várias novidades em aplicativos e serviços da gigante das buscas. Porém, a companhia não falou sobre a sua rede social Google Plus. Vale mencionar que mesmo sem fazer muito sucesso, a rede social do Google continua recebendo novidades.

A última versão do aplicativo (v10.6) aponta em seu código fonte algumas novidades que podem chegar em breve. A primeira delas estaria direcionada para um novo atalho para a página de controle e privacidade na conta do Google. Além disso, há ainda um link que direciona o usuário para as políticas de privacidade.

Google Plus

O Google, desta vez, poderá habilitar as opções de formatação de texto no Google Plus. No código do aplicativo é possível constatar uma menção de uma nova barra de ferramentas contendo nove configurações diferentes que podem ser usadas para colorir, moldar, decorar ou mesmo ajustar a posição do texto.

Além disso, também poderemos ter a formatação da cor de texto e ainda de fundo. Não está muito claro de a mudança de cor será aplicada somente à linha do texto selecionada ou se mudará todo o post que é feito pelo usuário. Nas fontes deverá haver seis opções de cores, e ainda com a combinação de fonte clara ou escura, assim sendo, no final, teremos 12 opções.

Para completar, também foram encontradas ajustes de alinhamento de texto, tipos de fontes no aplicativo.

No código do app há menção a uma nova barra de ferramentas com nove configurações diferentes que podem ser usadas para colorir, moldar, decorar ou ajustar a posição do texto.

Caso todas as informações realmente estiverem de acordo, e forem confirmadas na próxima atualização, poderemos constatar que o Google está em busca de melhorias e aperfeiçoamento da sua rede social.

Blisk o navegador para desenvolvedor

Projetado especificamente para os desenvolvedores e atualmente disponível para o Windows(mas já já tem para Mac e Linux), Blisk é um navegador baseado no Chromium gratuito que visa melhorar a produtividade e qualidade do código, fornecendo uma ampla gama de ferramentas para desenvolvimento Web e testar tanto para desktop e móvel.

Blisk vem com um conjunto bem bacana de emuladores pré-instalados de dispositivos populares, tornando mais fácil o teste dos projetos em vários dispositivos e navegadores.

O recurso é particularmente útil para comparar como o projeto responde a diferentes resoluções de tela e proporções de pixel.

Para fazer testes em dispositivos ainda mais simples, o Blisk oferece uma funcionalidade útil de “rolagem sync”, que permite aos desenvolvedores a trabalharem simultaneamente com a mesma parte do código em vários dispositivos sem perder o foco.

Isto significa que sempre que você rolar uma página no seu dispositivo desktop, Blisk mostrará automaticamente a mesma seção da página em seu dispositivo móvel também.

blisk

O navegador possui um recurso de “auto refresh”, que atualiza continuamente o conteúdo da página para que os programadores não têm mais para recarregar várias abas cada vez que fazer alterações em seu código.

 

Não sendo tanta novidade assim, já que é possível usar várias alternativas de Live Reload, mas ter isso no próprio browser, sem ter uma dependência no projeto, é muito bom.

 

Blisk também dispõe de uma funcionalidade de captura de tela de um clique que torna mais fácil para os desenvolvedores para documentar questões técnicas.

 

Para tornar a partilha de bugs com sua equipe dev mais eficiente, todas as imagens são automaticamente salvas em um sua conta Blisk, armazenando em nuvem para que todos tenham acesso rápido a eles quando necessário.

Além disso, Blisk vem com um painel de análise embutido que monitora o seu código para a qualidade, velocidade de carregamento e compatibilidade cross-browser.

Ele também rastreia e desenvolvedores de alertas para erros em seu código em tempo real.

O browser suporta ainda uma série de integrações com outras ferramentas e plataformas, incluindo Asana, Trello, TFS e Google Drive.

Baixe o Blisk aqui!

 

 

Saiba com ativar nova versão do Gmail

Gmail fica mais inteligente e ganha visual novo baseado em  Material Design.

Saiba com ativar nova versão do Gmail

Foi anunciada nesta quarta-feira (25) a chegada do Nova versão do Gmail, o visual remodelado e com mais funcionalidades para versão web do leitor de e-mails.

O Gmail também também vem com recursos com inteligencia artificia A.I, alguns herdados do famoso Google Inbox.

Entre eles estão o “Adiar”, que age como um retardo recebendo a mesma mensagem novamente mais tarde, e o Smart Reply, com e-mails prontos para usar em um clique.

O cliente de e-mail ganha um design mais limpo e sofisticado, e promete vir com funções mais simples, como por exemplo: atalhos para sair da tela de composição e passam a ficar acessíveis por meio da tela principal.

Há cerca de duas semanas, já se ouvia rumores da nova mudança, mas só agora se torna oficial.

O layout é inspirado no Material Design, linguagem desenvolvida pelo próprio Google, usado em interfaces de aplicativos móveis e até mesmo de sites. com recursos de tipografia, diagramação e cores para auxiliar o usuário na organização das mensagens.

 Passo um para a ativação da nova versão do Gmail

Google vai investir em lançamento de aplicativo para ensinar programação

Google investe em aplicativo para ensinar programação e que é gratuito, se parece muito com outros do ramo de ensino. O objetivo do aplicativo é introduzir a programação para novos usuários, mas de forma diferente e divertida.

Com jogos rápidos, ele ensina linguagens de programação como JavaScript, criando desafios e níveis para quem deseja aumentar suas habilidades.

O objetivo não é criar profissionais no ramo, mas despertar curiosidade para que no futuro eles possam seguir seus próprios caminhos.

Grasshopper, um aplicativo para ensinar programação que é um lançamento da Area 120, incubadora interna do Google. Criada há cerca de dois anos, e funciona como um programa de projetos rápidos, feitos por equipes menores. porem, nem todos esses produtos são lançados ao público.

No caso do aplicativo de programação, porém, já foram 2.090 downloads em média, pelo Google Play, com 1.760 avaliações positivas, depois de um dia de lançamento. Você pode encontrá-lo para iOS ou Android, ambos gratuitos.

Congresso dos EUA ameaça regular Facebook

Zuckerberg admite que coleta dados de quem não tem conta no Facebook

facebook

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, encontrou um campo minado na Comissão de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes dos EUA (equivalente à Câmara dos Deputados brasileira) nesta quarta-feira. Um ambiente bem diferente do Senado, onde estivera um dia antes.

Diante da descrença de se manter privacidade dos usuários, parlamentares defenderam legislações para regular a rede social. Alguns congressistas informaram que apresentarão propostas e convidaram o fundador do Facebook para contribuir com o debate. Ele reiterou que não é contra a regulação – especialmente a autorregulação – mas que é preciso discutir o conteúdo.

Os parlamentares quiseram saber se estaria disposto a mudar seu modelo de negócio, calcado na monetização de dados para vender anúncios. Zuckerberg deu mais uma de suas evasivas respostas: “Eu não tenho certeza do que isso significa.”

O mercado financeiro também não parece ter certeza. Em um dia em que a bolsa Nasdaq caiu 0,36%, as ações do Face tiveram alta de 0,78%, mas após o pregão ficaram praticamente estáveis.

O presidente da companhia admitiu quo Facebook coleta informações não apenas de seus usuários, mas também de outras pessoas sem perfil na plataforma, os chamados “perfis sombra”. “Você disse que todo mundo controla dados, mas você está coletando informações de pessoas que não estão nem cadastradas. O Facebook tem perfis de pessoas que nunca assinaram a plataforma?”, indagou o deputado Ben Luján. “Temos dados de pessoas não cadastradas por razão de segurança”, minimizou Zuckerberg.

O presidente da empresa foi questionado se o Facebook estaria gravando conversas pelos microfones dos celulares. Ele negou a prática. Entretanto, admitiu que o recurso de reconhecimento facial inclui também pessoas presentes em fotografias que não estão cadastradas na plataforma.

O democrata Frank Pallone perguntou se Zuckerberg poderia adotar um compromisso claro de modificação nos padrões da rede para minimizar a coleta de dados pessoais. O fundador do Facebook se esquivou: “Deputado, esta é uma questão complexa que eu acredito que merece mais do que uma única palavra de resposta.” Pallone replicou: “Isto me desaponta.”

 

Fonte: https://monitordigital.com.br/congresso-dos-eua-amea-a-regular-facebook

Facebook Ads com menos segmentações: dados de terceiros, como Serasa, não poderão mais ser usados

Em um breve comunicado no seu blog de notícias, o Facebook anunciou que vai cortar a Partner Categories das possibilidades de anúncios.

A medida é mais uma resposta da rede social às duras críticas que vem recebendo após as denúncias envolvendo a empresa Cambridge Analytica e a suposta manipulação de eleitores nos Estados Unidos e Reino Unido. Leia o que diz o texto:

Queremos que os anunciantes saibam que vamos encerrar a Partner Categories. Esse produto permite que provedores de dados de terceiros ofereçam suas segmentações diretamente no Facebook. Apesar de ser uma prática comum no mercado, acreditamos que essa medida, que será colocada em prática nos próximos seis meses, vai aumentar a privacidade das pessoas no Facebook.

Na prática, isso quer dizer que anunciantes não poderão mais utilizar dados coletados por empresas especializadas para direcionar seus Facebook Ads.

No Brasil, o provedor mais conhecido é a Serasa Experian, que fornece informações de hábitos de compra de consumidores na internet.

Crise de imagem do Facebook

O Facebook vem enfrentando uma grande crise de imagem nos últimos meses, sendo acusado de interferir indiretamente no rumo de eleições pelo mundo.

O caso da Cambridge Analytica acabou jogando luz sobre seu modelo de negócio, que se apoia justamente na venda de anúncios altamente direcionados para que empresas possam conversar com seus clientes e consumidores em potencial.

Dessa forma, algumas medidas estão sendo tomadas para mitigar essas acusações e melhorar a imagem do Facebook perante a opinião pública mundial.

Também nesta semana, a rede social passou a deixar mais acessíveis as opções de controle de privacidade para seus usuários. Os usuários agora também podem acessar — e até excluir — com mais facilidade as informações pessoais que disponibilizaram.

Ainda posso anunciar no Facebook?

Mesmo com as mudanças, o Facebook continua oferecendo excelentes possibilidades para os negócios que querem alcançar, conversar e desenvolver relacionamentos duradouros com os usuários.

Os anúncios permitem oferecer produtos e serviços que as pessoas estão procurando ou, até mesmo, nem sabiam que existiam.

O uso de provedores de dados de terceiros, pelo Partner Categories, era muito útil para pequenas empresas que ainda não haviam conseguido informações suficientes para fazer anúncios mais eficientes.

Podemos concluir que a rede social avaliou que, no momento, é mais importante melhorar a impressão que seus usuários têm dela.

Respeitando as boas práticas, no entanto, não há motivos para que você deixe de usar o Facebook Ads.

Dê uma olhada no eBook Facebook Ads: o Guia Completo, que mostra como obter os melhores resultados com o uso da ferramenta.

Extraído de: http://resultadosdigitais.com.br/

Site da Casa Branca é desenvolvido em WordPress

Sobre Site da Casa Branca

O WordPress que é um dos maiores CMS’s do Planeta, acaba de ser usado no desenvolvimento do site da Casa Branca (White House) e estima-se que 26% de todos os sites do mundo foram criados com o sistema.

Com o passar do tempo, a comunidade trabalhou arduamente para desmistificar seu uso e incentivar que cada vez mais grandes empresas usassem o sistema.

Porém, ainda houve grandes resistências, provavelmente porque os Blogs não eram tão populares quanto agora. Porém, com a popularidade dos blogs, pegando carona nas febres de youtubers e vlogueiros; O WordPress ganhou força e já possui grande representatividade do planeta, na contramão de outros CMS’s como Drupal e Joomla.

Grandes companhias já fazem o uso do WordPress, como The Wall Street JournalForbesTEDLinkedInNFLReutersebayPlayStationMashableGeneral MotorsCNNTrelloThe New York TimesThe Next Web, entre diversos outros grandes sites como podemos ver nesse post.

E agora, um novo GRANDE membro fará parte desta lista vip. Trata-se do site da Casa Branca (White House). O site da maior economia do mundo, antes sob a plataforma OpenSource Drupal, agora está rodando com o maior CMS do planeta, o poderoso WordPress.

Ao acessar o código do site, já é possível encontrar vestígios que constatam esta informação.

Site da Casa Branca White House Code

Isso mostra e comprova o que aqui já sabíamos; O WordPress é cada vez mais uma das maiores revoluções tecnológicas e digitais desde o início da bolha. Sua representatividade é imensurável e já faz parte de todo nosso cotidiano digital.

 

Desenvolva seu site em WordPress.

 

A importância do Site Responsivo

Um site responsivo ou mobile, é aquele que se adapta a qualquer dispositivo, seja ele computador, tablete ou celular, o chamamos também de mobile friendly.

Nos dias de hoje, o número de usuários que utilizam smartphones cresceu exponencialmente, ultrapassando os que utilizam computadores. Levando isso em consideração, a adequação do site para essas pessoas é essencial e necessária, tornando um site comum em um site responsivo.

 

Quando meu site não é responsivo

Quando a página não é responsiva, o usuário precisa ficar aumentando e diminuindo a tela, esperar mais tempo para que o site carregue, há problemas ao tocar nos botões, é uma dor de cabeça para o indivíduo.

Muitos quando se deparam com esse tipo de página, saem imediatamente por não ter uma experiência positiva, relevante e que facilite a vida, é exatamente isso que deve ser levado em consideração. Outro fator importante que ocorre quando o usuário sai rapidamente de uma página, é que a taxa de rejeição da mesma aumenta, quando isso acontece com frequência é muito prejudicial para os seus negócios.

Quando seu site é responsivo e proporciona uma boa experiência para o usuário, fazendo-o passar mais tempo navegando, o Google acaba classificando seu site como relevante e isso é uma forma de como aparecer na primeira página dos resultados do Google. 

Ter um site otimizado para dispositivos móveis faz parte de uma série de boas práticas de SEO para aplicar em sua estratégia de geração de tráfego, logo a tendência é ter qualidade e ser relevante nos buscadores.

Motivos Para Ter Um Site Responsivo

Sem dúvidas ter um site responsivo já é uma obrigação, até mesmo porque o Google penaliza os sites que não oferecem uma boa experiência para o usuário. Acompanhe abaixo as maneiras de conseguir atingir esse objetivo:

Experiência do Usuário:

Como dito anteriormente, quando o usuário acessa um site é fundamental que ele tenha uma boa experiência e para isso acontecer ele precisa conseguir rolar a página e ler o conteúdo da forma mais simples possível.

Em casos em que isso não ocorre, a tendência do usuário sair sem nem ao menos saber do que se trata o site, é de 90%.

Ganho de Resultados:

Com maiores taxas de consumo do seus conteúdos no site, a tendência de ganho de resultados é muito maior. Assim você conseguirá fazer com que o usuário compreenda melhor o seu negócio e se ele atende suas expectativas.

Carregamento rápido:

Quando o site é leve e feito para aquele tipo de navegação, ele fica muito mais rápido e fácil de navegar, tornando a prática muito mais rápida.

Mais visibilidade:

Quando o seu site é otimizado para dispositivos móveis, ele poderá ter maior visibilidade no Google e outros buscadores, através dos resultados orgânicos, através de links patrocinados e redes sociais. Com um site responsivo você poderá criar campanhas de links patrocinados voltadas para dispositivos móveis, atingindo ainda mais o público alvo já que o acesso através desse tipo de dispositivo só vem aumentando.

Dessa forma, o número de pessoas acessando o site será maior, a tendência a compartilhamentos e comentários nas redes sociais também é mais alta.

Se o site do seu negócio ainda não é responsivo, procure uma empresa qualificada para torná-lo responsivo o mais breve possível, pois certamente o número de clientes perdidos devido ao fato de não ter um site responsivo e grande.

Melhorias no processo de liberação dos domínios .br

Passando para falar um pouco sobre domínios e informar aos amigos, clientes e visitante as mudanças agendadas para setembro de 2017.
Sei que muitos já devem ter recebido a este e-mail, mas não custa nada repassar aos interessados.

Registro de domínios .BR

A partir de Setembro de 2017, serão introduzidas melhorias no processo
de liberação de domínios, tornando-o mais rápido e efetivo.

Estas medidas atendem à resolução 2017/031 do CGI.br,
http://cgi.br/resolucoes/documento/2017/031 .

O processo de liberação tem o objetivo de disponibilizar domínios
“.br” anteriormente registrados e que por algum motivo foram removidos de uso.

As principais mudanças são: a periodicidade, que era quadrimestral e agora será mensal; a duração do processo, que era de 15 dias e agora será de 7 dias; e a introdução de uma fase complementar, chamada de “processo competitivo”, para os casos em que persistir um impasse com mais de um interessado em um domínio.

O primeiro processo de liberação com as novas regras terá início no dia 13/09/2017.

Quando um domínio entrar em “processo competitivo”, os interessados poderão ofertar valores para que um dentre os competidores se torne o titular do nome de domínio.

Neste primeiro processo pouco mais de 500 domínios, que já participaram de 6 ou mais processos de liberação até o último, realizado em Julho/2017, poderão participar do “processo competitivo”.

O “processo competitivo” terá também a futura missão de liberar mais de 10 mil domínios que foram acumulados com o tempo e estão indisponíveis para registro pelas antigas regras de liberação.

Esses domínios serão disponibilizados paulatinamente em lotes menores, após a consolidação do “processo competitivo”.

Todas as informações, como as datas das próximas edições, listas de domínios participantes e as regras detalhadas estão documentadas em https://registro.br/dominio/proclib.html .

Em caso de dúvidas, escreva para hostmaster@registro.br ou utilize algum dos canais de contato do Registro BR
https://registro.br/contato.html.

Dúvidas para registrar ou como renovar seus domínios?

Entre em contato conosco.

Por e-mail: Registro.br

9 erros de SEO On Page que estão sabotando os seus rankings

Você criou um blog para seu negócio, postou um conteúdo incrível, divulgou nas redes sociais, mas, mesmo assim, não tem tido bons resultados?

Esse tipo de situação, em alguns casos, é mais comum do que se imagina, e pode significar que existem elementos mal configurados em suas páginas, impedindo que o seu conteúdo conquiste um bom rankeamento e traga os resultados esperados. Erros assim podem comprometer os resultados de uma campanha de marketing.

A boa notícia é que você tem total controle sobre todos os aspectos de SEO em suas páginas, tornando a resolução do problema fácil e muitíssimo prática.

Quer saber como Resolver os problemas de SEO On Page que estão sabotando os seus rankings?

Confira abaixo nossa lista com 9 erros de SEO On Page que você precisa evitar e, de quebra, aprenda como é possível resolvê-los agora mesmo.

1. URLs não amigáveis e otimizadas

Os usuários que utilizam os motores de busca encontrarão o seu site por alguns possíveis caminhos:

  1. Diretamente, digitando o seu endereço na barra de pesquisa;
  2. Organicamente, por meio de pesquisa no Google;
  3. Referenciado, ou seja, por meio de algum link direto por anúncio ou indicação de outro site;
  4. Social media e e-mail marketing também são opções.

Uma URL não otimizada já reduz, e muito, as chances de seu website ter o endereço manualmente digitado por algum visitante menos paciente.

Além disso, esse descuido pode acabar diminuindo suas chances de rankeamento na primeira página, uma vez que a estruturação da URL é fator primordial para os mecanismos de buscas entenderem se um site pode, ou não, figurar entre os primeiros na busca do Google.

Busque links de fácil interpretação, como:

  • http://marketingdeconteudo.com/tecnicas-avancadas-de-seo
  • http://marketingdeconteudo.com/estrutura-de-urls

E nunca algo assim:

  • http://marketingdeconteudo.com/13-fazer-estrutura-de-url-pode-salvar-sua-vida123.

Perceba que, pela leitura dos dois primeiros links você já é capaz de entender exatamente do que será tratado no texto.

Se o seu site está hospedado no WordPress, a correção desse tipo de erro é bastante simples. Instale o plugin Yoast para a plataforma e proceda para os ajustes necessários.

Algumas boas dicas para a configuração de seu link incluem:

  • Texto da URL de fácil leitura;
  • URL com palavra-chave do conteúdo;
  • Links curtos;
  • Remova caracteres complexos (á, ç, õ etc.);
  • Use no máximo 5 palavras;
  • Separe palavras com hifens;

2. Títulos desleixados

Antes de começarmos, é importante que você saiba que 8, em cada 10 pessoas, lerá o seu título. Parece ruim?

Então espero que não se assuste quando souber que apenas 2 dessas 10 pessoas, lerão o conteúdo que você postou.

Imagine então como seriam esses dados se, para piorar a situação, você ainda colocasse um título nada chamativo, que espantasse o leitor de primeira?

Isso certamente não ajudaria no seu tráfego, e menos ainda o seu rankeamento.

É fundamental que você dedique algum tempo bolando um título persuasivo, capaz de sintetizar o conteúdo do seu post, com o tamanho certo.

E não é só isso:

A palavra-chave principal do seu texto PRECISA estar no título se você quiser algum resultado orgânico.

Esforce-se por criar um título entre 55 e 65 caracteres atentando-se para manter a palavra-chave no ponto mais à esquerda possível.

Pode parecer bobagem, mas esse posicionamento também é um dos fatores que influenciam no rankeamento e no processo de leitura dos bots de mecanismos de buscas.

A não ser que isso afete a qualidade do seu texto, nesse caso opte por ter um título com uma boa qualidade.

3. Keyword Stuffing

Você já sabe a importância de se utilizar palavras chave em um conteúdo, tenho certeza disso.

Mas você sabia que o seu uso excessivo pode não ser bem visto pelo Google e pode trazer penalidades severas para sua página?

Acreditando que a simples presença da palavra escolhida seria o suficiente para garantir um bom posicionamento no Google, centenas e milhares de páginas começaram a tirar proveito da densidade de palavras-chave de maneira irresponsável.

Funcionava assim: Você criava um conteúdo irrelevante e, a cada 10 ou 15 palavras, adicionava a palavra-chave sem se preocupar com o contexto ou a qualidade do texto.

Resultado: Uma infinidade de conteúdos inúteis e sem qualquer apelo começou a se propagar pela web, gerando um abuso dessa funcionalidade.

Logo, o Google alterou suas políticas para rankeamento, e o uso indiscriminado das palavras-chave tornou-se motivo de penalidade para todo tipo de conteúdo.

Então, antes de sair espalhando palavras-chave pelo seu texto, lembre-se de que um dos maiores erros de SEO On Page é justamente o de ignorar a experiência do leitor.

Para um uso mais consciente desse recurso no seu texto, considere sempre:

  1. Variações da palavra chave;
  2. Inserção contextual;
  3. Escaneabilidade;
  4. Uso de Long Tail e Head Tail;
  5. Definição de palavras-chave negativas.

4. Escaneabilidade mal planejada

Escaneabilidade é um fator fundamental na construção de seu conteúdo e, claro, na experiência do usuário.

Ele ditará a facilidade com que uma pessoa, que realiza a leitura do texto online, terá para absorver o conteúdo e percorrê-lo com os olhos.

Não só isso, a escaneabilidade também ajuda a tornar a leitura muito mais fluídica e garante que o usuário não saia do seu blog por conta da dificuldade de ler o seu texto.

Algumas dicas para garantir uma boa escaneabilidade em seu texto incluem:

  1. Coloque intertítulos no texto;
  2. Use negritos e itálicos;
  3. Parágrafos curtos;
  4. Use listas para facilitar a leitura;
  5. Use imagens no conteúdo.

5. LSI incompreendida

A Indexação Semântica Latente (ou LSILatent Semantic Indexing) é um dos fatores que o Google utiliza como referência na formulação de seu algoritmo para rankeamento, tendo, como base, a relação entre as palavras utilizadas em um conteúdo.

Funciona assim: Se você cria um conteúdo sobre “Conversão”, os robôs do Google farão uma varredura no seu texto para compreender do que ele trata.

Ao constatar outras palavras relacionadas á marketing digital, ele entenderá (matematicamente falando) que o texto não aborda conversão dentro de tópicos de religião ou informática, por exemplo.

Por isso, é fundamental que você foque no uso contextual de palavras-chave e suas variações dentro do conteúdo, fazendo o máximo para que seu texto esteja recheado de termos e expressões que não fujam no assunto principal.

Uma boa alternativa é usar a ferramenta SEMRush para conferir a palavra-chave e suas variações, e daí escolher as alternativas com maior índice de busca.

6. Meta descriptions mal formuladas

A meta description, é uma pequena sinopse do seu conteúdo que será utilizada como preview do conteúdo na hora que ele for apresentado em alguma pesquisa no Google, e fundamental para o rankeamento de sua página.

Use desse espaço (que pode ser encontrado entre as tags <head> do seu conteúdo, ou no campo específico para isso, caso você utilize o WordPress) para apresentar o conteúdo da página de maneira resumida e convidativa.

Lembre-se de que esse será o primeiro contato do usuário com o seu texto nas páginas de resultados do Google, e ele precisará ser atraente de modo a convencer o leitor a clicar no seu conteúdo, e não no do concorrente.

Por isso, invista nas meta descriptions e tire um tempinho para elaborar algo realmente interessante!

7. Falta de Headings

Um dos mais comuns erros de SEO On Page inclui a falta de configuração dos títulos e subtítulos de um conteúdo.

Esses elementos, indicados pelas tags <h1>, <h2>, <h3> etc., são utilizados para categorização hierárquica do conteúdo, e ajudam na leitura e, claro, na escaneabilidade.

Não se esqueça de tentar colocar a palavra-chave do texto dentro de um dos <h2> da página (o <h1> já será o título principal do conteúdo!), já que isso também auxilia no rankeamento nos motores de busca.

O ideal é que seu texto seja todo dividido entre subtítulos de acordo com a relevância do conteúdo.

Nesse texto, por exemplo, cada um dos erros apresentados está dentro de um subtítulo H2.

Caso fosse necessário separar cada erro por subtítulos mais específicos, por exemplo, elas ficariam dentro de H3 e, consequentemente, também dentro da H2.

8. Falta de linkagem interna

Você pode usar links no seu conteúdo para uma infinidade de motivos, mas eles são especialmente úteis na hora de redirecionar o usuário para algum conteúdo explicativo dentro do seu próprio blog, creditar pesquisas e referências utilizadas, deixar o conteúdo bem mais interativo e interessante, melhorar o rankeamento da página e, claro, fazer link building com algum parceiro.

Com um bom planejamento, você melhora a experiência do usuário no texto e ainda descola acessos em seus outros conteúdos, estimulando a movimentação dentro do seu blog.

Tudo isso ajuda, e muito, nos fatores de rankeamento de sua página, empurrando-a para cima nos buscadores mais populares.

9. Não entender o que realmente converte

Esse é um dos maiores erros que você pode cometer com o seu site.

Não entender o que converte significa que você não está monitorando os resultados do blog, não compreende o comportamento de sua persona e não está se esforçando o suficiente para otimizar suas postagens.

Esteja atento para a realização de contínuos testes com o seu conteúdo, e observe quais links, CTAs ou Landing Pages contribuem melhor para a conversão no seu conteúdo.

Confira se o uso do negrito e itálico tem trazido resultados, se as palavras-chave estão linkando corretamente para outros conteúdos do seu blog. Quais imagens geram melhores resultados e então não meça esforços para colocar em prática tudo o que está dando certo.

Conhecer o seu site é fundamental para que você tenha bons resultados.

Você não vai querer ficar na segunda página por mais nem um instante, não é mesmo?

 

Post original:  semrush.com/blog/9-erros-de-seo-on-page-que-estao-sabotando-os-seus-rankings/